Jardim Suspenso da Babilônia
Conheça um pouco da nossa história

Quem somos

Nossa proposta é proporcionar tranquilidade em meio à natureza, com o suporte da nossa equipe.

Em nosso DNA, pulsam a natureza, as viagens, a música, o vídeo, o teatro, a arquitetura, a agronomia e a fascinante vida das plantas. Tudo isso misturado e integrado. Resumindo, somos entusiastas em criar experiências de vida.

Nascido em São Paulo em Abril de 1966 João Cesar Pinheiro Rodrigues

Viveu na Pompéia até 1972, e depois no Alto da Lapa até 1985. Estudei agronomia na ESALQ/USP em Piracicaba/SP.

Após me formar em 1992, passei quase dois anos na Alemanha, na cidade medieval e universitária de Tübingen, onde grandes nomes como Herman Hesse e Engles viveram. Durante esse período, trabalhei em diversos empregos temporários e inimagináveis.

Lecionei Capoeira, trabalhei como faxineiro e doméstico.

Lecionei capoeira, algo que aprendi durante a faculdade de agronomia, além de trabalhar como faxineiro, doméstico, segurança, limpador de neve, peão de obra, entregador de jornais, carregador de móveis em mudanças, barman em discotecas, faxineiro de hospital, catador de lixo em meio a nevascas (meus dedos dos pés quase congelaram), jardineiro e consultor em uma empresa de paisagismo, entre outras atividades.

Aprendi um pouco de alemão em uma escola gratuita para asilados políticos, que mais parecia a escolinha do Professor Raimundo. Era um ambiente extremamente diversificado etnicamente, com pessoas do Paraguai ao Sri Lanka. Na verdade, aquilo sim era biodiversidade.

Também atuei como percussionista em bares, festas, casas noturnas e nas ruas, junto com meu parceiro de samba, Rogerinho. Além disso, toquei baixo em algumas outras formações com amigos alemães.

Foram tempos maravilhosos!

Em seguida, com a ajuda paciente e perseverante da minha família, consegui um patrocínio para fazer um curso de inglês em Denver, Colorado, nos Estados Unidos. Acabei me estabelecendo como percussionista em um grupo e também trabalhei como professor de capoeira em um clube esportivo. Realizei um curso da prefeitura de Denver sobre produção de programas para TV aberta.

Depois, compramos (eu e a Silvia) um motorhome quase novo, fabricado em 1973😅 (dividimos o valor de US$ 2600) e partimos filmando e fotografando alguns parques nacionais da região central dos Estados Unidos, desde Dakota do Norte até o Novo México. Surpreendentemente, o motorhome não quebrou nenhuma vez.

Quando nosso visto venceu, após quase dois anos, retornamos ao amado Brasil.

Graças a Deus e com o apoio incansável dos meus pais, em abril de 1997 compramos o sítio aqui em Santo Antônio do Pinhal.

Eu e o João nos conhecemos em São Paulo, mais especificamente no Alto da Lapa.

Meu nome é Silvia e também moro no Jardim Suspenso. Coincidentemente, eu e o João nos conhecemos em São Paulo, mais especificamente no Alto da Lapa. Cada um seguiu seu caminho até nos encontrarmos novamente quando já éramos adultos.

Sou formada em Jornalismo, mas durante minha vida universitária me envolvi com teatro, chegando a fundar um grupo na faculdade. Estudava de manhã e à noite fazia parte desse grupo, até que entrei profissionalmente na carreira de atriz. Trabalhei muito e me apresentei em diversos teatros em São Paulo e no Brasil.

Acreditem ou não, consegui sobreviver com essa arte por um bom tempo. Inclusive, tive a oportunidade de ir para a Dinamarca com um espetáculo que fazia parte de um projeto cultural entre os dois países. Após o término do projeto, decidi aproveitar a oportunidade e fazer uma viagem pela Europa, que inicialmente seria breve. No entanto, esse giro se tornou mais longo e abrangente. Resumindo, acabei passando sete anos fora do Brasil, vivendo em países como Inglaterra, Tailândia, Japão, Hong Kong, Filipinas, entre outros.

Para sustentar essa jornada, trabalhei em bares, restaurantes, casas de família, na área da moda, em performances, como atriz e modelo de prova. Eu me virei como pude, pois dependendo do lugar, ganhava-se bem e era possível economizar e gastar esse dinheiro em paraísos asiáticos, onde a moeda local rendia bastante. Essa experiência foi única e enriquecedora para a minha vida.

Ao retornar ao Brasil, não estava certa se queria continuar batalhando por uma carreira artística. Percebi que o número de atores havia aumentado consideravelmente e a competição era muito mais acirrada.

 

Parecia que essa profissão estava se multiplicando como uma praga ou erva daninha, surgindo em todos os lugares. Mesmo assim, tive a oportunidade de realizar alguns trabalhos interessantes, mas não era possível sobreviver apenas com eles. Então, acabei me dividindo entre ser professora particular de inglês e atriz em São Paulo, até reencontrar o João, que depois de irmos juntos para Denver, decidiu construir o Jardim Suspenso.

Aqui estou eu, ocasionalmente realizando trabalhos como atriz em São Paulo, mas desde então, nos especializamos em eventos culturais, produção audiovisual e gerenciamento da nossa pousada. Temos uma variedade de projetos desenvolvidos, envolvendo cultura e desenvolvimento social.

Recentemente, tenho participado e coordenado alguns projetos de educação ambiental através do teatro, atuando tanto como atriz (por exemplo, para a Deca-Duratex e o Comitê das Bacias Hidrográficas da Serra da Mantiqueira) quanto como idealizadora do projeto “ÁGUA DOCE, TAREFA SALGADA”. Esse projeto é voltado para crianças de 5 a 12 anos e é realizado aqui no Jardim Suspenso, aproveitando toda a natureza ao nosso redor e o Espaço Cultural. Consiste em uma trilha ecológica monitorada por um profissional, seguida por uma peça teatral interativa escrita por Márcio Araújo, atual redator pessoal da Xuxa, onde atuo.

Após tantas aventuras pelo mundo, nunca mais viajei. Se há algo que ainda falta em minha vida… seria percorrer o mundo fazendo documentários. No entanto, até o momento, não tenho do que reclamar, só tenho a agradecer, especialmente a você que leu isso até o final. Esta é a minha jornada até agora.


Agradeço a Deus, ao querido Dr. Márcio e Dona Zuleika, aos meus irmãos e ao João, que me deu a oportunidade de viver neste lugar maravilhoso!

Agora, por que o nome Jardim Suspenso da Babilônia?

Procurávamos um refúgio para produzir música, cultivar hortaliças, frutas e desfrutar de uma vida mais conectada à natureza. Desejávamos escapar das grandes cidades, da confusão, da violência e da ilusão consumista. Queríamos nos enraizar em um lugar tranquilo, distante e acima das “Babilônias” modernas. Pode parecer uma utopia, mas convidamos você a conhecer nosso Jardim Suspenso, um lugar verdadeiramente especial. Imagine acordar todos os dias com essa vista deslumbrante, sem precisar utilizar nenhum meio de transporte para ir ao trabalho.

É verdade que, às vezes, sentimos falta e corremos para São Paulo para assistir a um filme, sair à noite, sentindo-nos anônimos, rever antigos e queridos amigos ou até mesmo absorver a atmosfera da “Babilônia” de São Paulo.

No entanto, nosso atual projeto Suspenso da Babilônia é explorar o mundo em busca de prazer na aprendizagem e no desenvolvimento de nossa rica bagagem cultural. Seja na arquitetura, na culinária, na hotelaria, na música, nos vídeos ou nas histórias que compartilharemos com nossos netos. 

Vamos Juntos ?

Viajar é uma necessidade. Venha para o Jardim Suspenso da Babilônia e descubra um novo mundo.

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Jardim suspenso da Babilonia

Uma escapada tranquila e encantadora no coração da natureza.